A MAÇONARIA BAIANA E SUA HISTÓRIA
CELSO JALOTO AVILA JUNIOR é autor deste livro, lançado no Congresso
Maçônico de Porto Seguro-BA, em 18/Ago/2000. O autor é
membro efetivo do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia,
foi iniciado na Loja Castro Alves, de Salvador, filiada ao Grande Oriente
Estadual da Bahia, sendo atualmente o 2º Vigilante desta Loja
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Ficha Técnica:
Título:
A Maçonaria Baiana e sua História.
Autor: Celso
Jaloto Avila Junior.
ISBN: 85-86268-21-6.
Editora:
P & ª
Local: Salvador-BA.
Dimensões:
21 x 15 cm.
Páginas:
220 p. |
APRESENTAÇÃO
DO LIVRO:
O autor
preocupou-se em direcionar o desenvolvimento de seu livro, seguindo cronologicamente
os fatos tal como se sucederam e buscou de forma proposital o acréscimo
de datas e dados cadastrais das Lojas Maçônicas criadas na
Bahia, a fim de que sirvam de subsídios para pesquisas mais aprofundadas
sobre determinado fato, período ou mesmo a história de alguma
Loja especificamente.
Ao apresentar
os assuntos, buscou fazer uma abordagem dentro dos períodos históricos,
do Brasil, e em cada capítulo apresentou resumos biográficos
mais representativos de cada época. Entretanto, vale ressaltar
que este trabalho foi desenvolvido basicamente até 1927, ocasião
da grande "cisma" em que originou a formação
da Grande Loja Unida da Bahia.
No primeiro
capítulo foi resgatado a história daquela que foi talvez
a célula mater da maçonaria brasileira, ou seja,
a Loja Cavaleiros da Luz. Tão citada, tão questionada,
tão duvidada quanto a sua existência, mas nada se provou
quanto a sua inexistência. Também foi discorrido a respeito
da Inconfidência Baiana de 1798 cujos mentores iluminados
tiveram forte ligação com o embrião maçônico
que acabava de surgir.
No capítulo
seguinte vamos encontrar as primeiras Lojas regulares sendo instaladas
em Salvador, um período de indefinições políticas,
chegada da família real ao Brasil e a Revolução Pernambucana
de 1817 com seus reflexos para as atividades maçônicas da
época. Ainda neste capítulo trouxe alguns relatos de três
viajantes estrangeiros: Lindley, Ver Huell e Prior
que, em épocas distintas, ao passarem por Salvador, deixaram seus
testemunhos sobre a maçonaria local.
Os capítulos
três e quatro evidenciou-se a participação de alguns
maçons baianos, nos movimentos de independência e a consolidação
da mesma no primeiro império.
As diversas
crises regenciais, como conseqüência de um período conturbado
que agitou todo o território brasileiro, e desencadeou ondas sucessivas
de revoltas, são abordadas no quinto capítulo. Nele foram
apresentados os irmãos baianos que tomaram parte ativa em diversas
ocasiões.
Apresentou-se
no capítulo sexto uma maçonaria já mais bem definida
e estruturada, tanto na organização como na liturgia. E
como conseqüência disso, bem como em virtude do crescimento
de algumas cidades no interior baiano, vamos presenciar a criação
de Lojas nessas localidades.
No último
capítulo, buscou-se apresentar as causas e as conseqüências
que contribuíram para ocorrer o grande "cisma"
de 1927 em todo Brasil, e suas particularidades na Bahia, sendo aqui os
precursores na criação da atual Grande Loja.
Em um
dos apêndices foi incluída a relação de todas
as Lojas maçônicas baianas, desde 1800 até o presente
ano, com a data de criação e sua extinção
para aquelas que não estão mais ativas.
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