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Paulo
Leminski nasceu em Curitiba, Paraná, em 24 de agosto de 1944. Mestiço
de polaco com negra, sempre viveu no Paraná.
Publicou Catatau (prosa experimental) em 1976. Curitiba, ed. do autor.
Não Fosse Isso e Era Menos / Não Fosse Tanto e Era Quase
e Polonaise (poemas, 1980, curitiba, ed. do autor). Publicou poemas
com fotos de Jaque Pires, no álbum Quarentena Cliques, Curitiba,
1979, ed. Etcetera.
Ex-professor de História e Redação em cursos pré-vestibulares,
foi diretor de criação e redator de publicidade, colaborou
no "Folhetim" da Folha de S. Paulo, resenhou livros de poesia
na Veja.
Poemas e textos publicados em inúmeros órgãos (Corpo
Estranho, Muda, Código, Raposa, etc.) de Curitiba, São
Paulo, Rio e Bahia.
Teve seus primeiros poemas publicados na revista Invenção,
em 1964, então porta-voz da poesia concreta paulista.
Faixa-preta e professor de judô, viveu em Curitiba com a poeta Alice
Ruiz com a qual teve duas filhas.
Foram publicados pela Brasiliense: Cruz e Souza (Encanto Radical),
1983; Caprichos e Relaxos (Cantadas Literárias), 1983; Matsuó
Bashô (Encanto Radical), 1983; Jesus a.C. (Encanto Radical),
1984; Agora é que são elas (Circo de Letras), 1984;
Leon Trotski - A Paixão Segundo a Revolução,
1986; todos de sua autoria. Além das traduções de
Folhas das Folhas da Relva, de Whitman, 1983; Supermacho,
de Alfred Jarry, 1985; Satyricon, de Petrônio, 1985; Sol
e Aço, de Mishima, 1985 e Malone Morre, de Samuel Beckett,
1986. Pela Criar Edições, o livro Anseios Crípticos,
1986 e pela Scipione Guerra dentro da Gente (infanto-juvenil),
além de muitos textos dispersos.
Paulo Leminski morreu no dia 7 de junho de 1989.

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